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Carolina & Ricardo

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Carolina & Ricardo

Sobre os padrinhos

Nos cativou? Agora aguenta!
Nossa singela homenagem aos padrinhos.

Padrinhos da Noiva

  • Cintia & Marcos
    Cintia & Marcos

    Aqui não é só vínculo de sangue. A Cintia dividiu também a barriga com a Carol. Elas são irmãs gêmeas mas apesar disso, não tinha como serem mais diferentes. Uma é a emoção e a outra, a razão. Na adolescência, a regra da casa era: se uma tá de castigo, todas ficam de castigo. E adivinhem quem era a principal responsável por esse castigo coletivo? O pai delas, o Maé, tinha razão. Não era fácil conter esse furacão que, mesmo de castigo, dava sempre um jeitinho de escapulir pela janela. A Cintia é passional, extrovertida, amiga para todas as horas e para todas as baladas. O marido dela Marcos, é seu porto seguro. Ali o “furacão Cintia” encontrou sua calmaria. Ele é um profissional meticuloso, dedicado e de rara inteligência. Mas que se derrete todo pela sua “gordita” ou por um belo prato de comida. A dinâmica deles como casal é divertidíssima e participar do dia-a-dia deles é se deliciar de tudo o que tem de bom num relacionamento, e dar boas risadas com eles. Sem papas na língua.
    Seus filhos Lavínia, uma garota fashion e escritora de talento e o Davizinho, uma doce e meiga criança, completam essa família incrível.

  • Leticia & Bobby
    Leticia & Bobby

    A Leticia é uma das irmãs da noiva que num certo dia caiu na besteira de se apaixonar pelo Bobby, um dos meus grandes amigos de infância. Ele era um dos garotos-problema do colégio que se destacava por usar brinco, calça vermelha e uma botina com ponteira de metal, o que estranhamente fez com que a Leticia caísse de encantos por ele. Daí, crescemos todos juntos e ao longo dos anos, percebi que a Leticia era na verdade muito mais legal que o Bobby e isso fez com que ela se tornasse uma das minhas amigas mais queridas. Aí o Bobby foi promovido a marido da Leticia e eu, junto com a Carol, fomos padrinhos de casamento deles também, numa época que eu deixava flores em caixa de correspondência. A vida da Leticia é o filho deles, uma figuraça chamada Lucca. E a vida do Lucca e do Bobby é testar a paciência da Leticia. Tem como não amar essa família?

  • Marília & Gustavo
    Marília & Gustavo

    A Marília é a irmã mais nova da Carol. Lembro que na formatura dela, fui um dos únicos que não era da familia a ser convidado, pois ela queria que a gente ficasse juntos. Lá na formatura, conheci o “rolinho” dela: o Gustavo. Cara gente finíssima e que sempre me deu frases de incentivo do tipo: “Não entre para essa família”; “Fuja enquanto é tempo”. Apesar do alerta, ele mesmo já estava encantado pela Marília. E eu pela Carol. No casamento deles, fui convidado para ser padrinho, mas um mês antes da cerimônia, eu e a Carol terminamos nosso namoro. Fui conversar com a Marília e solicitar a minha dispensa da função de padrinho, mas ela me disse: “Shoiti, eu adoro você e quero muito você como padrinho. Tô com raiva da Carol e é mais fácil eu desconvidar ela de madrinha do que você”. Daí percebi que eu já havia entrado pra essa família. Da união deles veio a Sofia, a “francesinha” mais linda que conheço.

  • Valéria & Zezinho
    Valéria & Zezinho

    O Zezinho e a Valéria são tios da Carol. Ele sempre foi um tio zeloso e que tinha um carinho especial pelas sobrinhas. A criançada adorava ele. Aí quando ele se casou com a Valéria e teve seus filhos, o Zé Vitor, o Ricardinho e a Ana Valéria, os papéis de cuidar das crianças se inverteram, e a Carol passou a ser a prima mais velha que fazia todos os mimos da criançada, e elas a adoravam. Quando conheci o Zezinho e a Valéria, fui recebido de portas abertas pelo simpático casal que me deixou tão à vontade que parecia que os conhecia há anos. Acabei caindo nas graças do casal por ser o cara que finalmente tinha conquistado o coração da sobrinha querida deles. Família super especial que nos dá a honra de ser nossos padrinhos.

  • Melina & Caião
    Melina & Caião

    A Melina é prima da noiva e uma das nossas incentivadoras. Na verdade, me recordo que ela foi uma das primeiras capetinhas que falou no meu ouvido: “Você deveria tentar ficar com a Carol” lá por 2008. Ela é uma mulher de personalidade forte que sabe o que quer e que certa vez me pediu para convidar o namorado dela, o Caio, para a minha formatura, no intuito dele se enturmar com os homens da turma (detalhe: eu não conhecia ele direito e todas as mulheres da turma foram vetadas desse evento). Amamos o cara! E a partir daí ele se tornou mais um dos nossos queridos irmãos. No casamento deles o buquê passou voando por todas as mulheres e caiu nos meus braços. Não tinha mais jeito. Já que a culpa foi deles, agora vão ter de ser nossos padrinhos!

  • Graziela & Tony
    Graziela & Tony

    A Gra é a amiga de colégio mais preciosa da Carol. Numa certa ocasião, as duas amigas juraram que, quando se casassem, elas seriam madrinhas uma da outra. Aí as amigas cresceram grudadas até a hora que a Gra passou no vestibular e foi fazer faculdade em Londrina. Lá, nos grupos de carona da faculdade, ela conheceu um veterano dela também de Botucatu, o Tony, e começaram a namorar. Depois da faculdade, esse casal de biólogos voltaram para cá, se casaram (a Carol cumpriu a promessa de ser madrinha da Gra) e tiveram o primeiro filho, o fofinho Alê. Agora chegou a hora da Gra cumprir aquela promessa que as duas melhores amigas fizeram lá no pátio da escola, muito antes de existir eu ou o Tony na vida delas.

  • Cristiane & Juliano
    Cristiane & Juliano

    A Cris é a irmã postiça da Carol. Amigas desde sempre, elas iam pra escola juntas, pra balada juntas, trabalharam juntas e até ficavam de castigo juntas (mas tudo sempre por culpa da Cintia - a gêmea encapetada da Carol). A Cris era uma menina simples do sertão de Rubião Júnior acostumada a brincar apenas com a cabeça da boneca da Mônica. O Juliano veio a tiracolo, mas apesar de ser nosso contemporâneo, era tido como da turminha do mau do colégio. Após conhecê-lo direito vimos que na verdade não passava de um cara “criadão” , que praticava escotismo e que só tinha tamanho. Mas daí descobrimos que esse tamanho todo era proporcional ao tamanho do seu coração e que ele facilmente conquistava todos ao seu redor. O filho deles, Arthur, é a criança mais boazinha e educada que já vimos. E a Lorena, que está na barriga da Cris, também vai estar no altar junto com a gente. Só esperamos que ela não nasça lá.

  • Angélica & Carlinhos
    Angélica & Carlinhos

    O Carlinhos e a Angélica são amigo dos pais da Carol há muitos anos. Por causa disso um dia o Carlinhos chamou ela para trabalhar num evento. E de lá ela não saiu mais. Trabalham juntos há mais de 20 anos e a Carol se tornou peça fundamental da empresa. O Carlinhos é um grande contador de “causou” e um tirador de sarro. A Angélica talvez seja uma das pessoas mais gostosas para se conversar. Perdi a conta de quantas vezes amanhecemos no rancho deles conversando e tomando uma cervejinha.
    São queridos amigos que já faziam parte da família da Carol. Agora fazem parte da minha.

Padrinhos do Noivo

  • Patricia & Leonardo
    Patricia & Leonardo

    Como irmão mais velho do noivo, o Leonardo sempre foi minha referência. Mesmo tendo gênios completamente diferentes, a gente sempre foi muito próximo, e a vida adulta nos aproximou ainda mais. Na infância, uma das minhas diversões era irritá-lo (“Señor, jo lo no conheço”) e ele, com seu pavio um pouco curto, era alvo fácil pra mim. Eu, por ser menor e mais novo, também era alvo fácil das pancadas dele. Ele saiu cedo demais de casa para estudar e eu perdi sua adolescência mas quando nossos pais foram trabalhar por uma temporada no Japão, nos agarramos um ao outro. Depois de formados moramos juntos por um tempo e a cada dia via no meu irmão, o modelo do cara que eu queria ser. Inevitavelmente, nos anos que nosso pai esteve no Japão trabalhando, o Leonardo se tornou minha figura paterna aqui. Aí ele passou num concurso em Foz do Iguaçu. Lá ele conheceu a Patricia. Mulher divertida e estudiosa incansável que nos conquistou tão rapidamente quanto a ele próprio. Logo se tornou sua dedicada esposa. E a paixão dela pelo seu “Lelê” deu frutos: o Mateus, a nossa jóia mais preciosa. Criança fofíssima e bagunceira que é cercada de amor por todos os lados. E de carrinhos. Muitos carrinhos.

  • Carolina & Claudinho
    Carolina & Claudinho

    Aqui o nosso único par de padrinhos que não são um casal. Mas são da família. Minha querida irmã Carolina sempre cuidou de mim com muito zelo desde a infância. Às vezes ela me punha no carrinho de bebê no lugar de suas bonecas e me levava para dar um rolê. Eu, por ser o caçula da família, sempre fui cercado de amor e de carinho. E de muitas broncas dela. Mulher de personalidade forte e que insiste sempre em tentar me pôr na linha, mesmo nem sempre conseguindo. Amo demais a minha irmã. Ela também insiste sempre em dizer que conheceu a noiva muito antes do que eu. Elas estudavam na mesma escola e se conheciam por amigos em comum. Neste mesmo círculo de amigos, o melhor amigo da minha noiva, se chamava Claudinho. Anos mais tarde, esse cara se tornou um dos meus amigos mais queridos. Nos tornamos tão próximos que parecíamos um casal (não, não rolou nada!). Quando eu estava em algum lugar e ele não, inevitavelmente vinham me perguntar: “Cadê o Claudinho?”. E vice-versa. Numa ocasião em que ele necessitou de atendimento hospitalar, liguei para avisar que estava levando meu primo. Ao chegar, as pessoas que trabalhavam comigo estranharam um pouco a diferença entre nosso tom de pele e me questionaram sobre nosso grau de parentesco. Demos muita risada e desmenti. “É brincadeira, gente, ele não é meu primo. Ele é só meu irmão mesmo.” Essas duas pessoas tão queridas da minha família, têm lugar cativo em cima do altar e dentro dos corações dos noivos.

  • Maísa & Zelão
    Maísa & Zelão

    A Maísa é minha amiga desde o colegial mas até hoje não conseguimos entender o porque. Apesar dos constantes bullying praticado por nós, ela insistiu e teimou em continuar sendo minha amiga. Minha alegria era desenhar o personagem favorito dela, o Mickey, em sua apostila do cursinho. Acho q a versão mais lembrada era o Mickey paraplégico. Aí o Zelão entrou na vida dela. Mas quase saiu quando dançamos moonwalker em cima do bolo de aniversário dela ou quando zoamos ele ao presenteá-la com uma eguinha de pelúcia. Daí testemunhei o começo do namoro, o noivado da noiva-aquática (eu quem fiz a aliança!) e depois o casamento deles. O Zelão é um dos caras mais queridos da turma e é o único homem (além de mim, é claro) autorizado a chamar a Carol pelo carinhoso apelido de “filé”. A Maísa trabalha atualmente como minha assessora de compras de presente para minha noiva. Nada mais natural do que ter esse casal querido ao nosso lado no dia mais importante da nossas vidas.

  • Karina & Nardini
    Karina & Nardini

    O Nardini é outra escolha natural para me acompanhar no altar. Amizade que começou no colégio La Salle e se estendeu pelas tardes na Look Games e noites no Floriano. Temos incontáveis histórias juntas, algumas realmente “incontáveis” (pelo menos não devem ser contadas em um site de casamentos). É difícil lembrar de alguma passagem da minha vida sem citar o nome dele. Estivemos juntos no dia em que ele ganhou o apelido de Pit-bull, onde quase capotamos um fusca numa fuga alucinante. Estivemos em todos os bailes em Catanduva onde ele representou a minha família por diversas vezes. Estive ao seu lado, na fatídica manhã em que o pai dele teve alta no hospital e, algumas horas mais tarde, ao nos despedirmos dele. E estivemos juntos também numa balada em Bauru onde ele disfarçadamente saia de perto de nós para dar uns beijos na irmã de um colega dele de faculdade. Ali conheci a Karina, menina estranha, com pensamentos flutuantes, fala disconexa e fã do Tim Burton. Esse meu irmão tinha tirado a sorte grande. A Karina se mostrou, além de ser uma grande amiga, uma corredora de talento. E ela também virou fã número um da Carol, e torcia muito para ficarmos juntos. Hoje essa minha amiga maluquinha é mamãe do Vitor e estará conosco no altar pronta para nos abençoar. E pra dar de mamar pro Vitor.

  • Ana Paula & Joffre
    Ana Paula & Joffre

    Minha amizade com o Joffre só não começou antes por um detalhe: nascemos no mesmo lugar com 3 dias de diferença. Depois de uns desencontros, foi uma vida inteira juntos no colégio, na locadora, nas férias e nas baladas. Mas de vez em quando ele sumia, pois estava sempre “namorando sério”. Um dia ele finalmente nos apresentou sua mais recente namorada, a Ana Paula, uma menina super animada que nos conquistou de imediato. Mais do que um rostinho lindo, descobrimos que a Ana era coração. Tudo que ela faz ela põe o coração. Profissional talentosa, batalhadora e sedenta de conhecimento. Além de ser maluquinha. Ela virou minha irmãzinha querida e, alguns anos depois, no casamento deles, ela virou a minha filha. A Ana se tornou uma das melhores amigas da Carol e acompanhou de perto a nossa história de idas e vindas sempre com um conselho, um bate-cabelo ou às vezes um ombro amigo. Eu e o Joffre nos lembramos de uma conversa que tivemos num casamento alguns anos atrás: “Não consigo me ver casando sem ter vocês ao meu lado no altar”. É um fato, mas não é só isso. A verdade é que não consigo me ver sem ter vocês na minha vida. E agradeço à Deus por ter tudo isso.

  • Natália & Max
    Natália & Max

    O Max também é da minha turma de escola mas nossos laços se estreitaram mesmo quando moramos juntos em São Paulo. Foram quase 3 anos que fizeram esse meu amigo se tornar meu irmão, mesmo apanhando dele às vezes. Esse período iniciou-se no famigerado apartamento “Busão Véio” e se estendeu até o apê de Pinheiros. Descobri que era mais prático dormir no sofá do que arrumar o quarto. Que ganhar dinheiro era só para pagarmos as baladas e, se sobrasse um pouco, as contas. E que varar a noite jogando boliche no vídeo game era legal demais. O início do fim da nossa república foi quando o Max se apaixonou. A Natália apareceu em nossas vidas e acabou nos salvando de nós mesmos: aquela nossa república era pura areia movediça. Ela se tornou minha companheira de viagens favorita. Testemunhamos juntos desde elefantes à solta no metrô de Madri até o nascer do sol na superfície lunar de Uyuni. Mas nossa ida pra Machu Picchu foi especial. Durante dias de árdua caminhada na trilha Inca, a Nat e eu conversamos muito sobre tudo aquilo que eu sentia pela Carol e destrinchamos sob o olhar de uma amiga/jornalista/conselheira o meu relacionamento. Não por acaso, ao voltarmos dessa viagem, meu namoro com a Carol, decolou. Agora embarcamos em mais uma viagem juntos, a da maternidade: a Nat será mais uma barrigudinha a nos abençoar de cima do altar.

  • Noéle & Herman
    Noéle & Herman

    O Herman chegou na nossa classe no terceiro colegial se achando o malandrão da capital federal recém chegado ao interior. Tivemos de ensinar a ele bons modos, o educamos e rapidamente já pusemos ele no seu devido lugar: junto com a gente, é claro! Seu cartão de visitas foi triunfal, de quatro no meio do salão no carnaval da AAB. Devidamente aclimatado à cidade, passou a se apresentar às meninas da cidade como o “Henri Castelli” de Botucatu, mas só uma garota ingênua do 24 de Maio (bairro nobre da cidade) que caiu nessa conversa fiada: a Noéle. Ela com toda sua simpatia, paciência e risada cativante de bruxa, se tornou uma das melhores amigas da noiva, além de confidente e conselheira-mor dela. Casal divertidíssimo e de pouco pudor, capaz de parar um restaurante inteiro em suas palestras sobre planejamento familiar, tem os queridos Henry (coincidência ou não) e Pablo como filhos.

  • Patricia & Xico
    Patricia & Xico

    O Xico é também meu amigo das antigas. Desde o tempo de escola ele era um dos caras da tropa de choque “da rua” do Bobby. Um grande irmão de coração enorme, tão grande quanto a sua teimosia. Ele namora a Paty desde que ela abandonou as fraldas. A Paty cresceu (não em tamanho) e se tornou uma mulher forte, inteligente e ainda assim, um doce! Foi uma delícia ver essa menina-mulher, que não tem o menor pudor em esconder as lágrimas, se tornar mãe da fofíssima Liz. Foi a madrinha que eu e a Carol escolhemos que estávamos mais ansiosos em convidar, até pra vermos aquelas famigeradas lagriminhas rolarem. E é um barato pra mim ver o tanto que ela e a Carol se admiram. Não tinha como deixar esses dois de fora.