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Carolina & Ricardo

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Carolina & Ricardo

Nossa história

Contada pelo noivo.
Editada e aprovada pela noiva.

Não, não foi amor à primeira vista. Nem à segunda. 
Eu e a Carol nos conhecemos desde o cursinho, lá pros idos de mil novecentos e tralalá. 
Fomos nos tornando amigos ao longo dos anos pois a irmã dela, Letícia, namorava meu amigo de colégio, o Bobby.

A paquera começou de fato muito tempo depois, em 2008 no casamento da Maísa e do Zelão, quando uma prima da Carol, achou que formaríamos um belo casal e me deu um empurrão. Não tive dúvidas: usei toda a minha técnica de sedução e ela caiu na minha lábia... mas só 3 anos depois, quando demos nosso primeiro beijo. Dali namoramos durante um ano e, entre altos e baixos chegamos a conclusão que éramos bem diferentes e que estávamos estragando nossa amizade. 

Ficamos separados por quase 2 anos. Separados, porém ainda muito próximos, pois nosso círculo de amigos sempre foi o mesmo. Mas nossa amizade já não era igual.

Aí veio 2015. 
No carnaval a nossa turma foi para um rancho em São Pedro. Os seis amigos que ficaram em Botucatu e iriam para o rancho só nos dias seguintes, dentre eles, eu e a Carol, decidiram se reunir para ir juntos ao baile do BTC. Numa certa altura da noite, todos haviam sumido no salão e ficamos eu e ela a sós. Trocamos um olhar, um sorriso, nos beijamos e aí sim... foi amor à 3586ª vista. 

Dali então, não nos largamos mais. 

Nossa amizade se tornou mais forte, amadurecemos como casal e descobrimos que nossas diferenças, na verdade, nos completava. A cada dia estávamos mais envolvidos e foi natural e até engraçado quando dissemos  “EU TE AMO” um para o outro pela primeira vez. 

Até que em fevereiro de 2017, no casamento da Caio e da Melina, a Carol foi até a pista para tentar pegar o buquê. Fiquei segurando nossas bebidas no fundo do salão junto com os outros solteiros. O buquê arremessado passou voando por cima de todas as mulheres, bateu numa viga do teto e caiu na minha mão.
É… o buquê me escolheu. 
Era O sinal.

Nesse mesmo ano eu estava me programando para ir aos Estados Unidos e achei que seria a oportunidade ideal para viajarmos à sós e para atender ao chamado do buquê. Assim que ela topou, comprei o anel de noivado em segredo e decidi como iria pedi-la em casamento: seria em Nova York no topo do edifício mais famoso do mundo, o Empire States. E, caso ela dissesse SIM, celebraríamos nosso casamento exatamente um ano depois em nossa terra natal, Botucatu – segundo a minha programação.

Mas… faltando 15 dias para nossa viagem, fomos pegos por mais uma surpresa: descobrimos que ela estava grávida. 
E agora? 
Conversei com familiares e amigos que disseram-me para eu seguir com meu plano inicial. 
E assim, com eles jurando guardar segredo, fiz exatamente o que eu havia planejado: viajamos, conversamos sobre casamento, nos divertimos e, no último dia de viagem, pedi ela em casamento no local e data que escolhi. E ainda mantendo a surpresa. Ela disse sim.

O que mudamos na nossa programação? Nada, a não ser a data do nosso casamento. 
O que mudamos nas nossas vidas? Tudo. Para muito melhor. 
Porque descobrimos que nosso amor, que só vinha crescendo desde aquele carnaval do meio de nossa história, encontrou novas formas de crescer e de dar frutos.
E, se você aguentou ler nossa história até aqui é  porque, com toda a certeza, estará lá conosco no dia da cerimônia, nos honrando com sua presença e nos abençoando na hora que subirmos no altar. 
Brindaremos juntos nossa amizade, pois você, de uma forma ou de outra, faz parte da nossa história.
Nos vemos lá! 
Beijos do Ricardo, da Carolina e… da Luisa.

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